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A Doca de Santo Amaro, em Alcântara, comemora em 2013 18 anos em que foi transformada num espaço de lazer e fruição que tem marcado a vida da cidade Lisboa.

Local outrora de armazéns que recebiam produtos a granel das embarcações comerciais que cruzavam o Tejo, a degradação imperou nos anos 80 e princípio dos 90, tornando-se numa zona quase baldio, uma mancha imprópria para quem entrava em Lisboa vinda da barra.

Em Março de 1993, abre o primeiro espaço no local, a Doca de Santo, e a partir daí as “Docas” viraram moda com centenas de pessoas diariamente a usufruírem da vista sobre o Tejo e de um local até então inacessível aos lisboetas.

Nos anos seguintes, famílias inteiras, jovens irrequietos e executivos ao almoço não deixaram de ir às Docas, que se tornou um local obrigatório de dia e de noite.

O modelo foi um sucesso tal que acabou por ser replicado por várias zonas do país, junto a rios ou mar, sempre apelidadas de Docas.

Hoje, o espaço alberga 11 restaurantes, três bares/ discotecas e uma doca com uma capacidade de 237 embarcações com mais de 6m de comprimento; e 94 embarcações inferiores a 6m.

A doca de Santo Amaro beneficia de vários serviços: passadiços flutuantes, posto de recepção, água e electricidade nos passadiços, aguada em cais, recolha de lixos e óleos, sistemas de segurança, sistemas de comunicação, balneários e previsão do tempo.

Contudo, a renovação do espaço, a cargo da associação dos concessionários, tem permitido o regresso dos lisboetas ao local dadas as novas mais-valias da oferta ali presente, nomeadamente uma escola de vela, o clube de padel, um espaço cultural com venda de artesanato urbano e loja de bicicletas.

Segundo a associação, na época alta de Verão, as Docas acolhem mais de cinco mil visitantes por dia, entre gente que ali vai refeiçoar, turistas de cruzeiros, amantes do jogging e das bicicletas e os praticantes de vela, padel, além daqueles que simplesmente passeiam e sorvem o cheiro do rio e o calor do sol nas magnificas esplanadas.

As Docas de Lisboa marcaram uma época na capital e, 18 anos depois, apostam na renovação do espaço baseando-se nas potencialidades e oferta dos 18 associados de diferentes tipos de comércio ali presentes.

 

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